Como os acordos comerciais preferenciais impulsionam a competitividade das empresas portuguesas

Introdução

Os acordos comerciais preferenciais são um instrumento estratégico fundamental para as empresas que operam no comércio internacional. Quando corretamente compreendidos e aplicados, podem traduzir-se em vantagens competitivas reais, seja através da redução de direitos aduaneiros, do acesso facilitado a mercados externos ou de uma maior previsibilidade nas operações.

Neste contexto, António Pinto Ribeiro, Consultor Aduaneiro e Fiscal e Responsável pelo Departamento de Consultoria Aduaneira e Fiscal da JOMATIR Logistics S.A., partilha uma reflexão clara e fundamentada sobre o impacto destes acordos na competitividade das empresas portuguesas.

 

Excerto do artigo de opinião

Num contexto geopolítico e económico cada vez mais exigente, a União Europeia (UE) tem apostado numa rede ampla de Acordos Comerciais Preferenciais (ACP) para reforçar a competitividade, a segurança económica e a sustentabilidade das suas cadeias de valor.

Estes acordos reduzem tarifas, simplificam procedimentos, promovem a cooperação regulatória e abrem portas a mercados alternativos em momentos de disrupção — do choque energético às restrições sobre matérias-primas críticas. Para Portugal, que apresenta uma forte vocação exportadora, a utilização inteligente dos ACP traduz-se em ganhos concretos de acesso ao mercado, previsibilidade e margem para crescer em setores de maior valor acrescentado.
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Os Acordos Comerciais Preferenciais são, cada vez mais, instrumentos de política económica ao serviço da internacionalização e da resiliência. Para Portugal, o alinhamento entre estratégia setorial, gestão de regras de origem e utilização intensiva das plataformas de apoio da EU é o caminho para consolidar presença em mercados com elevado potencial. Um plano de ação que cruze análise de oportunidades por acordo, qualificação documental e desenvolvimento de parcerias locais pode converter preferências pautais em quotas de mercado e valor acrescentado sustentado.”

Nota editorial


Este artigo de opinião, da autoria de
António Pinto Ribeiro, foi originalmente publicado na Transportes & Negócios.

A versão integral pode ser consultada na publicação original.

👉 [Ler o artigo completo na Transportes & Negócios]

 

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